segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Fome de gols: Geovane Itinga é o artilheiro da Copa São Paulo de 2016

O Flamengo foi o campeão da Copa São Paulo de 2016, após bater o Corinthians na decisão por pênaltis na manhã desta segunda-feira (25/01). O mesmo Flamengo que foi vazado duas vezes pelo atacante Geovane Itinga, do Bahia, nas "sétimas-de-final" da competição. E os gols foram importantes para o camisa 9 tricolor que ficou com o posto de artilheiro da Copa São Paulo de 2016, com oito tentos marcados.

O menino tricolor balançou as redes também: na goleada, por 5 a 0, duas vezes, contra o Desportiva Aliança, de Alagoas, na estreia; no triunfo, por 5 a 3, contra o Sabiá, do Maranhão, pela segunda rodada; na goleada, por 4 a 1, sobre a Desportiva Paraense, pela segunda fase; na goleada, por 4 a 1, contra o Araxá, de Minas Gerais, pela terceira fase; e no empate, por 2 a 2, contra o América Mineiro, nas quartas-de-final.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Novas armaduras tricolores para 2016

O Bahia lançou suas novas camisas para o ano de 2016 na partida amistosa contra o Santos, que aconteceu neste sábado (23/01). Eu gostei.

Sempre gosto demais dessas camisas do Bahia mais tradicionais. Em fotos e nas imagens do jogo (o Bahia jogou o primeiro tempo com a branca e o segundo, com a tricolor), as duas camisas estão muito bonitas. Preciso ver de perto. 

Da camisa tricolor, só não entendi muito bem o propósito de um triângulo branco disposto na gola. Pareceu desnecessário. Com relação ao uniforme completo, espero que os jogadores do Bahia tenham vestido calções e meiões brancos no segundo tempo apenas para apresentar como estão os calções e meiões nesta cor. Que não seja uma intenção de fazer essa combinação quando ela puder ser evitada.

O Bahia, para mim, seja com camisa branca ou camisa tricolor, deveria jogar sempre com calções azuis e meiões vermelhos. A não ser quando é impedido por causa das cores do adversário mandante.

Que elas tragam sorte e fiquem marcadas na lembrança de grandes momentos. 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Falaram pouco e jogaram muito - Corinthians campeão brasileiro de 2015

 As palavras estampadas na camisa comemorativa vestida pelos jogadores corintianos logo após o final do empate contra o Vasco, em 1 a 1, casaram perfeitamente com a atitude do Corinthians durante a campanha do hexa brasileiro: "Fala pouco e joga muito". Verdade que é uma campanha da Nike e a escolha das palavras deve ter sido motivada por uma provocação ao Atlético, já que durante a competição, o meia Giovanni Augusto, do Galo, tinha dito exatamente que o time dele falava pouco e jogava muito. Parecem, entretanto, palavras muito adequadas para esse grupo do Corinthians, comandado justamente por aquele que eternizou a expressão "fala muito": Tite. 

O mérito de Tite na conquista corintiana impressiona. Não pela falta de material humano de qualidade à sua disposição. Pelo contrário. Muitas vezes, quando um treinador é considerado protagonista em um título, o primeiro pensamento é de que ele contava com jogadores fracos e "fez mágica". Não é o caso do Corinthians. Uma atitude importante do comandante foi ter conseguido manter seus comandados distantes das polêmicas motivadas pela arbitragem. Enquanto grande parte da imprensa nacional alimentava as polêmicas e chegava a dizer que o campeonato estava manchado por benefícios ao time paulista, os jogadores permaneciam focados. Falavam pouco e jogavam muito. 

Esse foi um diferencial importante, pois em um momento do campeonato - pelo meio da competição, próximo ao final do primeiro turno - os jogadores do Atlético Mineiro pareceram em várias partidas mais preocupados em escancarar que estariam supostamente sendo prejudicados do que em reverter placares e ganhar as partidas. Os atletas do time mineiro, e até o treinador Levir Culpi - que realiza um dos melhores trabalhos à frente de um clube na atualidade, no País -, "entraram na pilha". A imprensa dizia que o Galo jogava o melhor futebol da competição e que o Corinthians só estava na frente por causa dos árbitros. E eles acreditaram. Passaram a falar muito e não a jogar menos do que poderiam. Jogaram muito também. A campanha do Atlético comprova, mas menos do que o Corinthians.   

No entanto, o maior mérito de Tite foi fazer com que os ótimos jogadores do grupo passassem a render mais do que em um passado recente, por exemplo. Graças aos seus conhecimentos táticos e também à sua condição de especialista em administração de grupo. Jadson, reserva no ano passado, recebeu proposta para sair no início do ano, e foi convencido pelo treinador a permanecer e brilhou. Quando Guerrero, Sheik e Fábio Santos saíram, houve propostas para as saídas de jogadores como Renato Augusto e Elias. Ambos permaneceram e brilharam. O zagueiro Felipe era criticado o tempo inteiro pela torcida e agora é campeão brasileiro como titular absoluto. Jovens como Guilherme Arana e Malcom terminam como titulares com grandes atuações, outros como o zagueiro Yago tiveram participações muito importantes em determinados momentos da competição. Ralf não rendia mais como nos velhos tempos. Foi para a reserva e quando teve nova chance como titular mostrou que ainda é muito importante para o clube.   

Ralf foi fundamental para o meio de campo que foi o ponto forte do Corinthians. O camisa 5 carregou o piano enquanto Elias, Renato Augusto e Jádson brilharam. O prêmio de melhor jogador do Brasileiro de 2015 seria bem entregue a qualquer um desse trio. Para a grande maioria, segundo pesquisas e premiações, Renato Augusto foi o melhor da competição. Na minha opinião, foi Jádson, por ter desequilibrado jogos muito complicados para o time paulista e ter mantido uma regularidade durante todo o Brasileiro, mesmo nos momentos de turbulência de ameaça de desmanche.

A história de Vágner Love também foi interessante. A oportunidade de contratação apareceu. E pareceu interessante. Se Guerrero saísse, Love poderia amenizar a perda. Caso continuasse, pela facilidade de movimentação, poderiam atuar juntos ou Vágner Love poderia ser um suplente de luxo. Vindo do futebol chinês, o atacante sentiu dificuldade na adaptação. Vontade não faltava. A entrega impressionava, mas a familiaridade com os gols não era a mesma. A insistência, a confiança dada por Tite, e o esforço dele, fizeram com que os gols voltassem e o atacante deu a volta por cima.

A Seleção Brasileira também pode seguir se beneficiando com o Corinthians. Na convocação mais recente, foram quatro jogadores do time paulista. No triunfo contra o Peru, apenas o goleiro Cássio não atuou. Gil, Elias e Renato Augusto foram titulares e tiveram atuações destacadas. Ainda há espaço para Jádson.   

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Por que o acesso não veio?


As esperanças de acesso para a Série A já foram duramente extintas neste ano de 2015 e o que resta é tentar entender o que deu errado para que o Bahia não alcançasse o objetivo que foi considerado como obrigação pela própria direção do clube. Além dos gols de Kieza, o bom primeiro semestre do Tricolor, campeão baiano e finalista do Nordeste, foi ancorado no meio de campo. 

Talvez tenha sido o maior mérito de Sérgio Soares no comando do clube. Formou um meio de campo com três jogadores que sabiam tratar bem a bola. Não havia a figura de um marcador implacável que se dedica exclusivamente a destruir as jogadas. Pittoni, Tiago Real e Souza, juntos, davam conta da marcação e municiavam bem os três jogadores mais ofensivos - geralmente Kieza, Maxi e Gamalho ou Zé Roberto. A saída de bola com qualidade, a partir de Pittoni, era um dos pontos fortes do time e uma novidade no clube nos últimos anos.

Os problemas apareceram quando a qualidade de alguns adversários aumentou, exigindo mais da marcação, e Souza deixou de marcar. Por má condição física ou orientação do treinador, Souza passou em vários jogos a passear pelo gramado, muitas vezes jogando aberto na ponta, mais avançado até do que Máxi, por exemplo. A partir daquele momento, Pittoni e Tiago Real ficaram sobrecarregados no meio. Tiago Real se desdobrava para tentar marcar por ele e Souza. Com isso, ficava nulo ofensivamente e passou a ser marcado pela torcida. 

Ficou claro que o Bahia não poderia mais jogar tão exposto. Naquele momento, a entrada de Yuri, único com a característica desejada para resolver o problema de marcação no lugar de Souza parecia ser a melhor opção. Reforçaria a marcação com Yuri, manteria a qualidade na saída de bola com Pittoni e daria um alívio para Tiago Real. Com a saída de Gamalho e a chegada de Eduardo para o meio de campo, ainda daria para colocar Eduardo ajudando a povoar mais o meio, deixando apenas Máxi e Kieza na frente. Sairiam dois jogadores em queda técnica e entrariam dois jogadores com características e posicionamentos diferentes, ajustando o time para a nova exigência.

No entanto, foi nesse momento que Sérgio Soares destruiu o time. Ao invés de colocar Yuri para auxiliar Pittoni, o treinador preferiu trocar um pelo outro, abrindo mão da qualidade técnica e saída de bola do paraguaio. Se o camisa 5 foi sacado do time por causa da negociação para renovação do contrato ou por causa de uma suposta assinatura de pré-contrato com o Vitória, por uma atitude da diretoria, como se especula, o ex-treinador deveria ter se pronunciado após a demissão, pois não deveria ter assumido por um erro que não teria sido dele. Como a versão oficial é opção do treinador, o erro continua em sua conta.

Com a ausência de Pittoni, o zagueiro Robson, que fazia uma excelente temporada de estreia como titular, começou a cair de produção, tentando fazer a saída do jogo à base de chutões, muitas vezes atrapalhados. O camisa 3 foi ainda mais prejudicado quando Titi foi para a Turquia. O antigo capitão ditava o jogo a todo momento para Robson, dizia o que o parceiro tinha que fazer e onde deveria estar a todo momento. Titi orientava e o zagueiro revelado pelo Bahia era um excelente executor. Sem o mentor do lado e jogando com Jailton, Robson parece ter sentido falta e caiu muito de rendimento. A defesa que era uma das melhores do campeonato passou a ser responsável direta pela perda de diversos pontos.

Com relação à defesa, Sérgio Soares também foi responsável porque no jogo contra o Sport, quando entregou uma classificação que já parecia tranquila para a próxima fase do torneio continental, ele inventou o zagueiro Thales de lateral-direito e, após a expulsão do próprio Thales colocou o também zagueiro Gabriel, recém-chegado para substituir Titi, em uma fogueira, como lateral. O jogador entrou frio, fora de posição, com o time com um a menos, há um bom tempo sem jogar e sem ter estreado ainda com a camisa do Bahia, portanto desentrosado, no momento em que o Sport pressionava. A falha bisonha cometida por Gabriel, além de custar a eliminação, foi responsável por deixar o zagueiro, que poderia formar uma dupla com Robson melhor do que Jailton, encostado. 

A sucessão de Sérgio Soares deixava claro que o tempo dele já tinha acabado no clube. O rendimento estava em queda livre. Perdia pontos inexplicáveis e até quando ganhava irritava a torcida com atuações muito ruins. A insatisfação era enorme e o treinador parecia estar perdido. Ninguém sabia mais qual era o time do Bahia. E o maior erro do presidente com relação ao futebol no ano foi insistir com o treinador. Durante o período em que já tinha ficado claro que ele não deveria ter continuado, ainda era possível encontrar bons treinadores disponíveis. A minha aposta seria em Guto Ferreira, que estava disponível, após ter sido demitido da Ponte Preta. 

Sérgio Soares, entretanto, só saiu quando faltavam apenas oito jogos para o final do campeonato e o time do Bahia já estava totalmente sem confiança e perdido. Como demorou para demitir o treinador, a diretoria não tinha mais tantas boas opções para resolver o problema. Guto Ferreira, por exemplo, já tinha acertado com a Chapecoense. A falta de tempo para que um treinador de fora chegasse e conhecesse o elenco tricolor também deve ter pesado para que Charles fosse efetivado. Pesquisas de opinião demonstravam que a torcida aprovava a efetivação do antigo camisa 9. Na minha opinião, entretanto, os resultados de tais pesquisas apenas retratavam que a torcida estava feliz pela saída de Sérgio Soares. Quem viesse seria lucro.

Os dois triunfos sob o comando de Charles nos primeiros jogos deixavam claro que a saída de Sérgio Soares era acertada. Restava saber se a escolha do substituto também teria sido. E não foi. Não havia muito tempo para conseguir arrumar o que Sérgio Soares havia destruído. Em situações como essa, valem mais ao treinador o poder de motivar e a capacidade de escalar bem a equipe. Nos dois primeiros jogos, Charles conseguiu aliar as duas coisas. A atuação vibrante contra Oeste e Criciúma comprovam isso. A entrada de Gabriel na zaga e a utilização de Paulinho Dias como primeiro volante, ao invés de segundo, também mostraram que o treinador estava escalando melhor que o antecessor, embora insistisse com dois erros cruciais: a permanência de Railan como titular e de Pittoni, como reserva. 

Mas aí veio o jogo contra o Botafogo. A derrota contra o líder do campeonato, fora de casa, era normal. Não havia motivo para desespero. Mas desde ali a escalação havia sido equivocada. A ausência de Máxi, que tinha jogado muito contra o Criciúma, foi inexplicável. E o time só melhorou quando o argentino entrou, já perto do fim. Pior, a saída injustificável do camisa 7 trouxe de volta o clima de desunião do final do ano passado, quando o treinador acusou Máxi de ter feito corpo mole na reta final do Brasileiro.

Com isso, nos dois quesitos em que ele poderia fazer melhor que o antecessor - motivação e escalação -, Charles começou a falhar feio. Se tinha assumido o time escolhendo bem as palavras ao se referir aos atletas, o ex-centroavante passou a questionar os comandados em público. Se antes, era polido ao comentar a ausência de Pittoni no time titular, elogiando o paraguaio, mas explicando a opção por outros jogadores por característica mais adequada para o momento, já disse logo após a derrota para o Botafogo que quatro ou cinco jogadores renderam muito abaixo do esperado. E que seis jogadores não conseguiriam carregar cinco.

Contra o Santa Cruz, no vexame da derrota de virada em casa, o erro na escalação veio na forma da insistência com Railan na lateral, da utilização de Rômulo junto com Eduardo no meio - nunca deu certo -, e a posta, em um momento crucial, em um menino que jamais havia atuado no profissional, o lateral Juninho. Na justificativa pela escolha, mais um erro na questão administração de grupo: Charles afirmou que só estava colocando o garoto porque não contava com nenhum outro lateral para a posição. A declaração infeliz além de não passar confiança para o jogador escolhido foi uma tremenda falta de respeito com Ávine, que estava liberado para atuar e ficou fora até do banco. Para completar, passou a ser áspero quando questionado sobre a ausência de Pittoni. "(Vai jogar) quando eu achar que pode. Tem é que treinar". Muito se fala sobre um péssimo ambiente entre o treinador e o grupo de jogadores. Receita pior não tinha. 

Que os erros não se repitam em 2016. Que se contrate melhor, afinal a margem de erros foi enorme. e que se acerte no treinador. Apesar das péssimas contratações, também foram contratados bons jogadores que se juntaram a bons remanescentes. Se o elenco não era espetacular, era superior aos de clubes como América Mineiro e Vitória, que acertaram com treinadores como Givanildo e Mancini que fizeram a diferença. 

Os avanços administrativos foram importantes. Não serão esquecidos. Mas não há motivos para comemorar porque essa deveria ter sido a vez do futebol e o acesso seria obrigação, apesar de ter todo ano, como disse o presidente. Fora de campo, que se busque uma maior sintonia entre torcida e clube em 2016. Algo nesse segundo semestre esteve estranho. Que a torcida seja enaltecida pelo clube de uma forma geral e não apenas os sócios. Esse discurso da diretoria e repetido por alguns sócios de que quem não é sócio não tem direito de reclamar e não ajuda o clube é conversa fiada. Afinal o Bahia é da torcida e não dos sócios. Ou, pelo menos, deveria ser.  


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Parecia impossível

Fazer cinco gols em um jogo: chama a atenção. Marcar cinco vezes em uma partida que envolve os dois melhores times de um país na temporada anterior: um feito incrível. Balançar as redes do atual vice-campeão Wolfsburg, cinco vezes em apenas nove minutos: parecia impossível, mas foi o que o atacante polonês do Bayern de Munique, Lewandowski tornou possível nesta terça-feira, 22 de setembro de 2015.

O atacante saiu do banco de reservas quando o Bayern perdia por 1 a 0 e acabou com o jogo entre os 6 e os 15 minutos do segundo tempo, fazendo cinco gols (aos 6, 7, 10, 12 e 15 minutos). Histórico. 

Veja os gols:




quinta-feira, 23 de julho de 2015

Enquanto Van Persie não vem...


Amistosos de pré-temporada nem sempre dizem muito sobre o que um time ou um jogador fará quando a bola rolar para valer. No entanto, mesmo o mais desconfiado torcedor de um clube costuma se animar quando seu time começa a enfileirar bons momentos durante o ensaio. Seguindo tal lógica, o adepto do Fenerbahçe deve ser um dos mais esperançosos com relação a 2015-2016.

A volta do time à Liga dos Campeões da Europa, mesmo que ainda não tenha garantido vaga na fase de grupos (enfrentará o Shakhtar Donetsk na fase preliminar, a primeira partida acontecerá na terça-feira (28/7)), e os reforços contratados aliados aos bons amistosos devem estar colocando a expectativa do torcedor do Fenerbahçe nas alturas.

Contratações como as de Souza, Nani, Fernandão e Van Persie fortalecem demais a equipe que já contava com o meia Diego. A contratação mais badalada foi a do holandês Van Persie, que deve atrair mais holofotes para o clube. Enquanto ele não estreia, o ex-tricolor Fernandão, novo camisa 9 do clube vai aproveitando para ganhar destaque e mostrar que vale a pena tentar utilizar uma dupla de ataque com o ex-jogador do Manchester United. 

O ex-camisa 20 do Bahia chega a um dos maiores clubes do país cercado de expectativas depois de ter conquistado a artilharia do campeonato turco com a camisa do Bursaspor, tendo balançado as redes 22 vezes. Agora, na pré-temporada, já deixou sua marca na goleada de 7 a 0 sobre o Zob Ahan, do Irã (Souza, Nani, Stoch, Topal, Topuz e Moussa Sow fizeram os outros), no triunfo por 3 a 2 sobre o Olympiakos (Sow e Zeybek foram os outros goleadores); e quando venceu o Olympique de Marseille por 3 a 1 (Diego e Sow marcaram os outros).

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A volta do guerreiro tricolor

O Bahia, em Pituaçu, venceu o Paysandu por 2 a 0. Precisava de mais um para levar para a disputa de pênaltis. Não deu. Eliminado na terceira fase da Copa do Brasil, o Tricolor encara agora o Sport pela Copa Sul-americana. Souza e Kieza fizeram os gols. Entre todas as informações anteriores, entretanto, nenhuma foi mais importante para a torcida do Esquadrão nesta quarta-feira (22/7), do que o retorno de Ávine aos gramados, depois de quase três anos.

No jogo da volta, Ávine cobrou uma falta com maestria, mas a bola explodiu no travessão. Seria uma recompensa e tanto por tanta luta, mas melhor do que o gol que poderia ter acontecido foi a atuação. Mesmo que eu sempre tenha acreditado na volta, esperava por uma atuação mais contida nesse primeiro jogo.

Achei que a falta de ritmo atrapalharia, mas Ávine superou. Dificilmente uma pessoa que não sabe dessa história conseguiria imaginar que aquele camisa 6 estava há tanto tempo sem jogar uma partida profissional. A camisa 6 é dele. Que tudo dê certo para que ele repita a cena de 2010, regendo a torcida tricolor em mais um retorno à Série A. O guerreiro voltou.

sábado, 16 de maio de 2015

Dinei estreia balançando a rede no Japão

O atacante baiano Dinei (ex-Vitória) estreou com a camisa do Kashima Antlers, no Japão, neste sábado (16/5) e já fez o que mais sabe: balançar as redes das equipes adversárias. O camisa 9 fez o segundo gol da sua nova equipe no empate por 2 a 2 contra o Sanfrecce Hiroshima, pela 12a rodada da J-League, o Campeonato Japonês.
 
O jogo foi especial para o centroavante, que não entrava em campo desde a penúltima rodada do Brasileiro de 2014, quando ainda atuava pelo Vitória. Anunciado pelo time japonês como novo contratado ainda em dezembro, Dinei descobriu no início de janeiro que a lesão que tinha no joelho direito necessitava de intervenção cirúrgica. Ele se apresentou no Japão, mas não assinou contrato, pois precisou voltar ao Brasil para passar pelo procedimento cirúrgico e pela recuperação no Centro de Excelência e Treinamento de Futebol Dr. Joaquim Grava. Recuperado, voltou à terra do Sol Nascente em abril e assinou contrato em maio.
 
Mesmo lamentando o empate cedido depois de conseguir a virada, Dinei comemorou a volta aos gramados, com gol, e elogiou a postura da torcida do Kashima. "Estava com saudade de poder entrar em campo. Foi um trabalho duro de recuperação e fui muito bem recebido aqui. A torcida é muito apaixonada, apoia o tempo todo. Até quando o time perde, eles aplaudem", diz o camisa 9.
 
Dinei precisou apenas de 10 minutos em campo para marcar o primeiro gol com a camisa do Kashima. Ele entrou em campo aos 13 minutos do segundo tempo, quando o Sanfrecce vencia, por 1 a 0, com um gol de Hisato Sato, artilheiro da J-League de 2012. Com 7 minutos em campo, o atacante baiano viu o meia Mitsuo Ogasawara cobrar pênalti para empatar. Três minutos depois, aproveitou cruzamento da direita e empurrou para o gol. Mas um minuto depois Kosei Shibasaki empatou. 
 
O Kashima Antlers já contou em seu elenco com outros grandes jogadores brasileiros como Zico, os campeões da Copa do Mundo de 1994, Leonardo, Jorginho e Bebeto, o meia Danilo, do Corinthians, além dos baianos Jorge Wagner, Juninho (irmão de Zé Carlos), e Luís Alberto. O time busca o oitavo título japonês, mesmo estando apenas na oitava posição no momento. Já ficou com o troféu em 1996, 1998, 2000, 2001, 2007, 2008 e 2009.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Jogadores brasileiros jogando na primeira divisão do Japão em 2015


 

Uma das postagens mais populares deste blog é a lista de jogadores brasileiros atuando na J-League, o campeonato japonês. Como acompanho o futebol japonês desde a época de Zico, Alcindo, Bismarck, Rui Ramos, entre outros, resolvi colocar a lista atualizada de 36 jogadores para a primeira divisão de 2015.


Kashiwa Reysol
30 Cristiano - atacante
11 Leandro - atacante
13 Eduardo - zagueiro
Kashima Antlers
9 Dinei - atacante ex-Vitória
7 Caio - meia
11 Davi - atacante - ex-Vitória e Ipitanga



Nagoya Grampus Eight
33 Leandro Domingues - meia ex-Vitória
4 Marcus Túlio Tanaka - zagueiro - seleção japonesa
34 Gustavo - atacante 

Kawasaki Frontale
10 Renatinho - meia - ex-Coritiba e Ponte Preta
18 Elsinho - lateral-direito - ex-Vasco


Urawa Red Diamonds
sem brasileiros no elenco

Albirex Niigata
7 Cortés - lateral-esquerdo - ex-Botafogo e São Paulo
8 Léo Silva - volante - ex-Portuguesa e Botafogo
10 Rafael Silva - atacante - ex-Coritiba

Vegalta Sendai
9 Wilson - Atacante - ex-Corinthians e Sport
20 Ramon Lopes - meia
Ventforet Kofu
6 Marquinhos Paraná - volante - ex-Cruzeiro
10 Baré - atacante - ex-Botafogo/SP
11 Adriano - atacante


Shimizu S-Pulse
sem brasileiros no elenco

Yokohama Marinos
39 Ademilson - atacante - ex-São Paulo
18 Rafinha - atacante
5 Fábio - zagueiro - ex-Jacuipense

FC Tokyo
sem brasileiros no elenco

Shonan Bellmare
4 André Bahia - zagueiro - ex-Botafogo e Flamengo
9 Bruno César - atacante
18 Alison- atacante


Sagan Tosu
sem brasileiros no elenco


Sanfrecce Hiroshima
9 Douglas - atacante

Gamba Osaka
9 Lins - atacante - ex-Criciúma
29 Patric - atacante - ex-Vasco


Montedio Yamagata
11 Diego Souza - ex-Palmeiras
5 Alceu - ex-Palmeiras

Vissel Kobe
18 Marquinhos Cambalhota - atacante - ex-Coritiba
27 Ferrugem - volante - ex-Ponte Preta e Corinthians
7 Pedro Júnior - atacante - ex-Grêmio
34 - Wellington Bueno - zagueiro

 
Matsumoto Yamaga
9 Obina - atacante - ex-Bahia e Flamengo
19 Doriva - meia - ex-Figueirense


Veja a lista de 2013
Veja a lista de 2011
Veja a lista de 2010
Veja a lista de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Evaristo de Macedo e Renato

 Evaristo de Macedo
Nome: Evaristo de Macedo Filho
Posição: Treinador
Data de nascimento: 22/06/1933
Cidade natal: Rio de Janeiro/RJ

Uma das minhas maiores emoções durante o processo de produção do livro A União de uma Nação foi entrevistar o mestre Evaristo. Um dos maiores jogadores e um dos maiores treinadores que o Brasil já teve. E, para mim, o melhor técnico da história do Esquadrão. Isso sem falar que, para mim, ele sempre teve um aspecto de ser um cara da família, desde pequeno, mesmo sem qualquer contato. Foi fundamental na conquista do título desde a montagem do elenco até a forma de jogar da equipe, inclusive sabendo explorar o psicológico de seus comandados em vários momentos, como os depoimentos dos jogadores e os seus próprios relatos reproduzidos no livro podem comprovar.




Renato
Nome: Renato Teixeira
Posição: Atacante
Partidas disputadas na competição: 12 como titular, 2 como reserva
Gols marcados: 2



Era o centroavante titular no início da campanha do título, mas irritou a torcida por ter marcado apenas dois gols, perdendo a posição.

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Osmar

Assim como Sandro, Osmar também não terminou a competição como titular, mas teve grandes atuações durante toda a campanha e foi um dos responsáveis pela imensa velocidade da equipe no Brasileiro.

Osmar
Nome: Osmar dos Santos Machado
Posição: Atacante
Data de nascimento: 18/04/1961
Cidade natal: São Francisco do Conde/BA
Partidas disputadas na competição: 11 como titular, 6 como reserva
Gols marcados: 0
Outros clubes: Ypiranga, Ceará, Paraná

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Sandro


Sandro foi titular durante grande parte da campanha do título brasileiro e só ficou de fora de cinco partidas em todo o campeonato, tendo começado em 19 das 29. Mesmo quando esteve na reserva teve grande importância

Sandro
Nome: Sandro de Souza Vasconcelos
Posição: Atacante
Data de nascimento: 21/11/1964
Cidade natal: Camamu/BA
Partidas disputadas na competição: 19 como titular, 5 como reserva
Gols marcados: 3
Outros clubes: Catuense, São Caetano

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Dico Maradona


Dico Maradona era um dos xodós da torcida, que sempre pedia a sua entrada durante as partidas da campanha do título brasileiro. Mais uma cria do Fazendão que teve a felicidade de dar a volta olímpica em 1989.
 

Dico Maradona
Nome: Raimundo Eduardo Souza Oliveira
Posição: Meia
Data de nascimento: 2/05/1968
Cidade natal: Ilhéus/BA
Partidas disputadas na competição: 5 como titular, 7 como reserva
Gols marcados: 0
Outros clubes: Fluminense, Vitória

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.