quinta-feira, 23 de julho de 2015

Enquanto Van Persie não vem...


Amistosos de pré-temporada nem sempre dizem muito sobre o que um time ou um jogador fará quando a bola rolar para valer. No entanto, mesmo o mais desconfiado torcedor de um clube costuma se animar quando seu time começa a enfileirar bons momentos durante o ensaio. Seguindo tal lógica, o adepto do Fenerbahçe deve ser um dos mais esperançosos com relação a 2015-2016.

A volta do time à Liga dos Campeões da Europa, mesmo que ainda não tenha garantido vaga na fase de grupos (enfrentará o Shakhtar Donetsk na fase preliminar, a primeira partida acontecerá na terça-feira (28/7)), e os reforços contratados aliados aos bons amistosos devem estar colocando a expectativa do torcedor do Fenerbahçe nas alturas.

Contratações como as de Souza, Nani, Fernandão e Van Persie fortalecem demais a equipe que já contava com o meia Diego. A contratação mais badalada foi a do holandês Van Persie, que deve atrair mais holofotes para o clube. Enquanto ele não estreia, o ex-tricolor Fernandão, novo camisa 9 do clube vai aproveitando para ganhar destaque e mostrar que vale a pena tentar utilizar uma dupla de ataque com o ex-jogador do Manchester United. 

O ex-camisa 20 do Bahia chega a um dos maiores clubes do país cercado de expectativas depois de ter conquistado a artilharia do campeonato turco com a camisa do Bursaspor, tendo balançado as redes 22 vezes. Agora, na pré-temporada, já deixou sua marca na goleada de 7 a 0 sobre o Zob Ahan, do Irã (Souza, Nani, Stoch, Topal, Topuz e Moussa Sow fizeram os outros), no triunfo por 3 a 2 sobre o Olympiakos (Sow e Zeybek foram os outros goleadores); e quando venceu o Olympique de Marseille por 3 a 1 (Diego e Sow marcaram os outros).

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A volta do guerreiro tricolor

O Bahia, em Pituaçu, venceu o Paysandu por 2 a 0. Precisava de mais um para levar para a disputa de pênaltis. Não deu. Eliminado na terceira fase da Copa do Brasil, o Tricolor encara agora o Sport pela Copa Sul-americana. Souza e Kieza fizeram os gols. Entre todas as informações anteriores, entretanto, nenhuma foi mais importante para a torcida do Esquadrão nesta quarta-feira (22/7), do que o retorno de Ávine aos gramados, depois de quase três anos.

No jogo da volta, Ávine cobrou uma falta com maestria, mas a bola explodiu no travessão. Seria uma recompensa e tanto por tanta luta, mas melhor do que o gol que poderia ter acontecido foi a atuação. Mesmo que eu sempre tenha acreditado na volta, esperava por uma atuação mais contida nesse primeiro jogo.

Achei que a falta de ritmo atrapalharia, mas Ávine superou. Dificilmente uma pessoa que não sabe dessa história conseguiria imaginar que aquele camisa 6 estava há tanto tempo sem jogar uma partida profissional. A camisa 6 é dele. Que tudo dê certo para que ele repita a cena de 2010, regendo a torcida tricolor em mais um retorno à Série A. O guerreiro voltou.

sábado, 16 de maio de 2015

Dinei estreia balançando a rede no Japão

O atacante baiano Dinei (ex-Vitória) estreou com a camisa do Kashima Antlers, no Japão, neste sábado (16/5) e já fez o que mais sabe: balançar as redes das equipes adversárias. O camisa 9 fez o segundo gol da sua nova equipe no empate por 2 a 2 contra o Sanfrecce Hiroshima, pela 12a rodada da J-League, o Campeonato Japonês.
 
O jogo foi especial para o centroavante, que não entrava em campo desde a penúltima rodada do Brasileiro de 2014, quando ainda atuava pelo Vitória. Anunciado pelo time japonês como novo contratado ainda em dezembro, Dinei descobriu no início de janeiro que a lesão que tinha no joelho direito necessitava de intervenção cirúrgica. Ele se apresentou no Japão, mas não assinou contrato, pois precisou voltar ao Brasil para passar pelo procedimento cirúrgico e pela recuperação no Centro de Excelência e Treinamento de Futebol Dr. Joaquim Grava. Recuperado, voltou à terra do Sol Nascente em abril e assinou contrato em maio.
 
Mesmo lamentando o empate cedido depois de conseguir a virada, Dinei comemorou a volta aos gramados, com gol, e elogiou a postura da torcida do Kashima. "Estava com saudade de poder entrar em campo. Foi um trabalho duro de recuperação e fui muito bem recebido aqui. A torcida é muito apaixonada, apoia o tempo todo. Até quando o time perde, eles aplaudem", diz o camisa 9.
 
Dinei precisou apenas de 10 minutos em campo para marcar o primeiro gol com a camisa do Kashima. Ele entrou em campo aos 13 minutos do segundo tempo, quando o Sanfrecce vencia, por 1 a 0, com um gol de Hisato Sato, artilheiro da J-League de 2012. Com 7 minutos em campo, o atacante baiano viu o meia Mitsuo Ogasawara cobrar pênalti para empatar. Três minutos depois, aproveitou cruzamento da direita e empurrou para o gol. Mas um minuto depois Kosei Shibasaki empatou. 
 
O Kashima Antlers já contou em seu elenco com outros grandes jogadores brasileiros como Zico, os campeões da Copa do Mundo de 1994, Leonardo, Jorginho e Bebeto, o meia Danilo, do Corinthians, além dos baianos Jorge Wagner, Juninho (irmão de Zé Carlos), e Luís Alberto. O time busca o oitavo título japonês, mesmo estando apenas na oitava posição no momento. Já ficou com o troféu em 1996, 1998, 2000, 2001, 2007, 2008 e 2009.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Jogadores brasileiros jogando na primeira divisão do Japão em 2015


 

Uma das postagens mais populares deste blog é a lista de jogadores brasileiros atuando na J-League, o campeonato japonês. Como acompanho o futebol japonês desde a época de Zico, Alcindo, Bismarck, Rui Ramos, entre outros, resolvi colocar a lista atualizada de 36 jogadores para a primeira divisão de 2015.


Kashiwa Reysol
30 Cristiano - atacante
11 Leandro - atacante
13 Eduardo - zagueiro
Kashima Antlers
9 Dinei - atacante ex-Vitória
7 Caio - meia
11 Davi - atacante - ex-Vitória e Ipitanga



Nagoya Grampus Eight
33 Leandro Domingues - meia ex-Vitória
4 Marcus Túlio Tanaka - zagueiro - seleção japonesa
34 Gustavo - atacante 

Kawasaki Frontale
10 Renatinho - meia - ex-Coritiba e Ponte Preta
18 Elsinho - lateral-direito - ex-Vasco


Urawa Red Diamonds
sem brasileiros no elenco

Albirex Niigata
7 Cortés - lateral-esquerdo - ex-Botafogo e São Paulo
8 Léo Silva - volante - ex-Portuguesa e Botafogo
10 Rafael Silva - atacante - ex-Coritiba

Vegalta Sendai
9 Wilson - Atacante - ex-Corinthians e Sport
20 Ramon Lopes - meia
Ventforet Kofu
6 Marquinhos Paraná - volante - ex-Cruzeiro
10 Baré - atacante - ex-Botafogo/SP
11 Adriano - atacante


Shimizu S-Pulse
sem brasileiros no elenco

Yokohama Marinos
39 Ademilson - atacante - ex-São Paulo
18 Rafinha - atacante
5 Fábio - zagueiro - ex-Jacuipense

FC Tokyo
sem brasileiros no elenco

Shonan Bellmare
4 André Bahia - zagueiro - ex-Botafogo e Flamengo
9 Bruno César - atacante
18 Alison- atacante


Sagan Tosu
sem brasileiros no elenco


Sanfrecce Hiroshima
9 Douglas - atacante

Gamba Osaka
9 Lins - atacante - ex-Criciúma
29 Patric - atacante - ex-Vasco


Montedio Yamagata
11 Diego Souza - ex-Palmeiras
5 Alceu - ex-Palmeiras

Vissel Kobe
18 Marquinhos Cambalhota - atacante - ex-Coritiba
27 Ferrugem - volante - ex-Ponte Preta e Corinthians
7 Pedro Júnior - atacante - ex-Grêmio
34 - Wellington Bueno - zagueiro

 
Matsumoto Yamaga
9 Obina - atacante - ex-Bahia e Flamengo
19 Doriva - meia - ex-Figueirense


Veja a lista de 2013
Veja a lista de 2011
Veja a lista de 2010
Veja a lista de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Evaristo de Macedo e Renato

 Evaristo de Macedo
Nome: Evaristo de Macedo Filho
Posição: Treinador
Data de nascimento: 22/06/1933
Cidade natal: Rio de Janeiro/RJ

Uma das minhas maiores emoções durante o processo de produção do livro A União de uma Nação foi entrevistar o mestre Evaristo. Um dos maiores jogadores e um dos maiores treinadores que o Brasil já teve. E, para mim, o melhor técnico da história do Esquadrão. Isso sem falar que, para mim, ele sempre teve um aspecto de ser um cara da família, desde pequeno, mesmo sem qualquer contato. Foi fundamental na conquista do título desde a montagem do elenco até a forma de jogar da equipe, inclusive sabendo explorar o psicológico de seus comandados em vários momentos, como os depoimentos dos jogadores e os seus próprios relatos reproduzidos no livro podem comprovar.




Renato
Nome: Renato Teixeira
Posição: Atacante
Partidas disputadas na competição: 12 como titular, 2 como reserva
Gols marcados: 2



Era o centroavante titular no início da campanha do título, mas irritou a torcida por ter marcado apenas dois gols, perdendo a posição.

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Osmar

Assim como Sandro, Osmar também não terminou a competição como titular, mas teve grandes atuações durante toda a campanha e foi um dos responsáveis pela imensa velocidade da equipe no Brasileiro.

Osmar
Nome: Osmar dos Santos Machado
Posição: Atacante
Data de nascimento: 18/04/1961
Cidade natal: São Francisco do Conde/BA
Partidas disputadas na competição: 11 como titular, 6 como reserva
Gols marcados: 0
Outros clubes: Ypiranga, Ceará, Paraná

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Sandro


Sandro foi titular durante grande parte da campanha do título brasileiro e só ficou de fora de cinco partidas em todo o campeonato, tendo começado em 19 das 29. Mesmo quando esteve na reserva teve grande importância

Sandro
Nome: Sandro de Souza Vasconcelos
Posição: Atacante
Data de nascimento: 21/11/1964
Cidade natal: Camamu/BA
Partidas disputadas na competição: 19 como titular, 5 como reserva
Gols marcados: 3
Outros clubes: Catuense, São Caetano

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Dico Maradona


Dico Maradona era um dos xodós da torcida, que sempre pedia a sua entrada durante as partidas da campanha do título brasileiro. Mais uma cria do Fazendão que teve a felicidade de dar a volta olímpica em 1989.
 

Dico Maradona
Nome: Raimundo Eduardo Souza Oliveira
Posição: Meia
Data de nascimento: 2/05/1968
Cidade natal: Ilhéus/BA
Partidas disputadas na competição: 5 como titular, 7 como reserva
Gols marcados: 0
Outros clubes: Fluminense, Vitória

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Newmar e Sales


 Newmar
Nome: Newmar José Sackis
Posição: Zagueiro
Data de nascimento: 2/05/1961
Cidade natal: Ourinhos/SP
Partidas disputadas na competição: 4 como titular, 1 como reserva
Gols marcados: 0
Outros clubes: Grêmio





Sales
Nome: Paulo César Silva Sales
Posição: Volante
Data de nascimento: 16/5/1962
Cidade natal: Jequié/BA
Partidas disputadas na competição: 2 jogos como reserva
Gols marcados: 0
Outros clubes: Paysandu, Santa Cruz, Jequié

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Pereira e Edinho Jacaré



Um dos craques daquela equipe. Zagueiro firme e técnico na defesa, ainda fez três gols na competição. Cobrava falta com maestria. Sua saída antes das finais foi um duro golpe, que assustou a torcida.

Pereira
Nome: Luis Carlos da Silva Pereira
Posição: Zagueiro
Data de nascimento: 6/06/1960
Cidade natal: Timburi/SP
Partidas disputadas na competição: 23
Gols marcados: 3
Outros clubes: Guarani, Verdy (Japão)




Raçudo, Edinho Jacaré jogava nas duas laterais e tinha como forte a marcação. Durante entrevista que concedeu para o livro A União de uma Nação se emocionou bastante, por causa da sua forte identificação com o Tricolor.

Edinho Jacaré
Nome: Joselias Conceição Pereira
Posição: Lateral
Data de nascimento: 21/10/1955
Cidade natal: Feira de Santana/BA
Partidas disputadas na competição: 14
Gols marcados: 0
Outros clubes: Jacuipense, Fluminense de Feira

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Falta de ritmo preocupante

Falta de ritmo no meio do carnaval é um problema. Mais problemático ainda é a falta de ritmo para um jogador de futebol profissional. E isso ficou flagrante no empate de seis gols do Bahia contra o CRB, em Alagoas, pelo Nordestão, nesta quarta-feira (11/2). Chicão é um cara corajoso. Treinou menos tempo do que muitos companheiros, sua estreia não seria nem deveria ser tão precoce, mas chegado o primeiro jogo oficial da temporada, contra o Vitória da Conquista, ele bateu no peito e assumiu a responsabilidade de vestir a camisa número 3. Muito por causa dos problemas com a posição no elenco tricolor. O que se temia foi comprovado. Já balançou até as redes, de pênalti contra o Jacobina, mas o que se notou foram más atuações seguidas até o jogo contra o CRB, em que vi uma atuação que classifico como uma das piores de um zagueiro na história do Bahia.

Com a certeza da qualidade do zagueiro campeão mundial pelo Corinthians e a esperança de que ele desenvolva todo o seu potencial no Bahia, quando estiver com o ritmo de jogo e o condicionamento físico devidamente restaurados, demonstro preocupação não com o futuro mais distante, possíveis finais de Baiano e Nordeste, e a Série B, mas com algo mais próximo: o primeiro Ba-Vi do ano. 

As más atuações de Chicão estão atrapalhando Titi, pelo menos é isso que eu presumo, e a defesa tricolor está terrível. Acredito que isso vá se resolver. Já vi muito jogador se queimar no Bahia por causa de um início em que estavam fora de forma. Alguns conseguiram dar a volta por cima. Outros ficaram tão marcados que não teve jeito. Espero que Chicão seja mais um exemplo para o primeiro grupo. 

Fato é que a sua estreia pareceu precoce. E foi motivada por, ao que me parece, dois erros. A saída de Demerson, que ainda considero inexplicável, e a contratação do zagueiro Adriano. Essa avaliação ainda pode mudar, afinal no jogo contra o Shakhtar, ele pode ter sofrido do mesmo problema de Chicão. A diferença é que já conheço as qualidades de Chicão o que torna mais fácil acreditar em uma recuperação.

Mas voltemos ao primeiro Ba-Vi do ano. A preocupação é decorrente de que o Bahia apresentou enorme fragilidade nas bolas aéreas defensivas e no combate aos jogadores de velocidade. O que dizer sobre a possibilidade de encarar os cruzamentos de Jorge Wagner para um jogador de presença de área, como Neto Baiano ou Élton? Ou anular a velocidade de jogadores como Rogério, Vânder ou, principalmente, Rhayner?

O problema que se apresenta é que as potencialidades do Vitória estão casando com as fragilidades do Bahia. São 17 dias para desfazer essa impressão, minimizar os pontos fracos apresentados até o momento e mostrar que as pontos fortes do Bahia podem prevalecer, como o bom momento de Rômulo e Kieza. Além da qualidade de diversas outras opções ofensivas, como Léo Gamalho.

Para a defesa, Sérgio Soares precisará decidir se vale a pena aguardar a evolução natural de Chicão dentro de jogos oficiais ou preservá-lo para que retorne quando estiver bem. Caso a escolha seja pela segunda opção, o garoto Robson, com excelente histórico na base do próprio tricolor, e Thales, com boas referências do Internacional, são as alternativas. Robson teve excelente atuação no segundo tempo do triunfo contra o Shakhtar, principalmente por ter atuado por dois, já que o volante Lenine estava totalmente perdido, improvisado na zaga.

De todo modo, contra todas as preocupações, dá tempo para corrigir os problemas até o primeiro Ba-Vi. E a camisa pesa.

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Sidmar


O Bahia esteve muito bem servido de goleiros em 1988. Ronaldo, depois Sidmar, e, novamente, Ronaldo, tiveram atuações destacadas enquanto foram titulares. Difícil até estabelecer uma comparação. Fato é que Sidmar teve participação fundamental na conquista tricolor, pois assumiu a titularidade no momento em que Ronaldo se lesionou. Sua saída antes das finais, deixou a torcida preocupada, pois havia incerteza quanto à recuperação de Ronaldo. Sorte que o o final foi feliz.

Sidmar
Nome: Sidmar Antônio Martins
Posição: Goleiro
Data de nascimento: 13/06/1962
Cidade natal: São José do Rio Preto/SP
Partidas disputadas na competição: 18
Gols sofridos: 12
Outros clubes: Portuguesa, Schimizu (Japão)

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Segunda estrela tricolor está prestes a completar 26 anos


Falta pouco mais de uma semana para que a conquista da segunda estrela tricolor complete 26 anos. Em 19 de fevereiro de 1989, verdadeiros heróis tricolores, como Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo e Paulo Rodrigues, seguraram o poderoso Internacional no Beira-Rio, arrancaram um empate e deram a volta Olímpica em Porto Alegre, dando a senha imediata para que a folia momesca recomeçasse e não tivesse dia nem hora para terminar na Bahia. Era a conquista da segunda estrela que tanto orgulha os torcedores do Esquadrão de Aço.

Essa é uma história que me emociona tanto que escrevi um livro para reunir todas as informações que pude encontrar sobre esse momento inigualável. E as declarações emocionadas de muitos que já leram é a maior recompensa que um escritor pode ter. Agora, em comemoração aos 26 anos desse feito que me proporcionou tanta felicidade, estou disponibilizando, para download, um trecho da obra chamada A União de uma Nação. Comece a ler e tente parar. Já adianto que muitos disseram que não conseguiram. Quando terminar, entre em contato pelo e-mail leandrosilva81@hotmail.com , ou pelo twitter, para adquirir o seu exemplar e não perder nenhum detalhe desta história emocionante. Presença obrigatória na estante de casa de todo verdadeiro torcedor  do Esquadrão de Aço.

Clique aqui para baixar o trecho de divulgação do livro e deixe seu comentário. Divulgue para toda a Nação tricolor.

Homenagem aos campeões brasileiros de 1988 - Marquinhos


Assim como Ronaldo, Claudir e Charles, Marquinhos foi mais um titular a se firmar para valer durante a competição. Junto com Zé Carlos, imprimia muita velocidade nos lances, dificultando a vida dos marcadores. A velocidade é uma das características mais lembradas daquela equipe, e Marquinhos tem participação decisiva nisso.

Marquinhos
Nome: Marcos Antônio da Silva
Posição: Atacante
Data de nascimento: 5/08/1962
Cidade natal: Taguatinga/DF
Partidas disputadas na competição: 10 como titular 2 como reserva
Gols marcados: 4
Outros clubes: Cruzeiro, Vitória e Brasiliense

Para saber mais sobre todos eles e essa façanha que até hoje emociona os tricolores, leia A União de uma Nação, que conta a história da conquista do Campeonato Brasileiro de 1988 pelo Esporte Clube Bahia.

Foram 42 fontes entrevistadas entre jogadores que fizeram parte da competição, dirigente, treinador, ídolos de outras épocas, adversários e profissionais de imprensa. Foram quase dois anos de pesquisas, entrevistas, redação e edição. O livro conta toda a trajetória de um grupo de jogadores que colocou o Esporte Clube Bahia no topo do futebol nacional com o título brasileiro de 1988.

O livro conta:
- A preparação do clube durante o primeiro semestre de 1988;
- A formação do time;
- O título baiano;
- A análise da equipe feita por outros ídolos e por profissionais da imprensa;
- O relato de cada um dos 29 jogos da campanha;
- Participação do Bahia na Libertadores;
- Participação dos tricolores na Seleção Brasileira;
- Relatos dos personagens: Evaristo de Macedo, Bobô, Zé Carlos, Charles, Ronaldo, Marquinhos, Paulo Rodrigues, Paulo Robson, Dico Maradona, Edinho Jacaré e muito mais.